A enxaqueca atrapalha sua vida profissional? Veja dicas do quê fazer

A enxaqueca atrapalha sua vida profissional? Veja dicas do quê fazer

Além de procurar um médico para o diagnóstico correto e iniciar os tratamentos contra as dores da enxaqueca, algumas atitudes podem ajudar, como cuidar da alimentação e fazer exercícios

Estima-se que a perda de capacidade laboral em pacientes com enxaqueca crônica não tratada é de 20% (presenteísmo) e que os mesmos têm cerca de 9 a 12 dias de absenteísmo ao ano. Além disso, os enxaquecosos – como são chamados os portadores da enxaqueca — podem sofrer preconceito, pois estão sujeitos a desmarcarem reuniões devido às crises ou mesmo rejeitar uma promoção no trabalho pelo nível de tensão que o cargo pode exigir.

Além de procurar um médico para o diagnóstico correto e iniciar os tratamentos contra as dores da enxaqueca, algumas atitudes podem ajudar. Confira o que você pode fazer:

– Pratique atividade física regularmente. Escolha uma atividade que lhe dê prazer, o que não pode é ficar parado!

– Evite tensões. A cada hora trabalhada em frente ao computador, pare 10 minutos para fazer algo diferente como conversar com um colega de trabalho sobre um assunto banal e engraçado;

– Tenha noites de sono tranquilo. Se você não dorme direito, é bom saber o motivo da insônia com um médico especializado;

– Evite o consumo excessivo de cafeína e de álcool;

– Pare de fumar. É difícil, pois a dependência química da nicotina é mais forte que a de drogas ilícitas, por isso é preciso procurar ajuda para deixar o cigarro;

– Evite o uso contínuo de analgésicos. Consumir medicamentos mais de duas vezes por semana durante três meses seguidos pode tornar a doença crônica;

– Evite longos períodos de jejum. O ideal é fazer pequenas refeições entre aquelas que são as principais. Coma uma fruta ou um lanchinho para manter o metabolismo sempre em bom funcionamento;

O que a empresa pode fazer?

– Programar ações coletivas que estimulem a qualidade de vida dos funcionários que sofrem com enxaqueca e que reduzam vícios potencialmente causadores de dor;

– Incentivar o acompanhamento médico adequado para casos selecionados.

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